Um bom profissional
Abril 30, 2008
Um bom profissional
O que você pode fazer para ser um bom profissional?
senar faz de você um bom profissional
Não perca. Saiba como ser um bom profissional.
Leia que você aprenderá a ser um bom profissional.
1. INTRODUÇÃO
O mercado de trabalho é uma atividade extremamente complexa que demanda uma forte dedicação por parte dos novos profissionais que pretendem ingressar as de trabalho. Tanto alunos de graduação como profissionais de outras áreas que estão buscando se inserir no mercado de trabalho deverão traçar metas para atingir a excelência profissional.
Aqui serão apresentadas algumas das habilidades básicas que o bom profissional, deverá ter para alcançar o sucesso. A cada leitor fica a tarefa de estipular as suas metas e começar a trabalhar no intuito de chegar ao sucesso.
2. HABILIDADES BÁSICAS PARA O SUCESSO PESSOAL
Via de regra, para obter sucesso na vida, as pessoas precisam ter bons relacionamentos. Para tal, é imprescindível uma boa comunicação. Da mesma forma que um pai e um filho não se entenderão de outro modo que não seja a conversa, em qualquer outro tipo de relacionamento (professor X aluno, patrão X empregado, vendedor X cliente, etc.) a comunicação é fator determinante de sucesso.
Primeiramente, tente se colocar no lugar do seu interlocutor, pois a empatia é peça fundamental do quebra-cabeça chamado comunicação. Entenda as suas necessidades, e os seus desejos, para que a sua fala as preencha.
Procure estar informado sobre os principais assuntos da atualidade. Ninguém precisa ser especialista em todas as áreas (até porque seria impossível), mas todos devem saber conversar sobre tópicos importantes e atuais de interesse geral.
Mantenha uma postura corporal e tom de voz adequados à situação. Lembre-se que o corpo pode falar mais do que mil palavras – até mesmo as roupas utilizadas podem causar interferências no processo comunicativo. Procure falar de forma clara e objetiva mantendo um tom de voz constante, podendo alterar o mesmo em momentos no qual a atenção esteja dispersa.
Evite generalizações, lembre-se que mesmo quando dados estatísticos comprovam a veracidade de uma hipótese a sua representatividade da realidade não chega a 100%. Frases com palavras taxativas como “nunca”, “sempre”, “é a verdade”, etc. devem ser amenizadas, como “nem sempre”, “geralmente”, “na maioria das vezes é/não é verdade”, etc.
3. HABILIDADES BÁSICAS PARA O SUCESSO PROFISSIONAL
No âmbito profissional, algumas habilidades tornam-se exigências do mercado de trabalho. Por exemplo, no período em que vivemos a informática é ferramenta básica à execução de tarefas em diversos setores. Quem não tiver conhecimentos mínimos de informática hoje estará em grande desvantagem no mercado de trabalho, mercado este que está cada vez mais competitivo. Uma vantagem competitiva seria o amor pela área escolhida. Fazer algo pelo qual se tem um sentimento negativo é extremamente difícil.
Às habilidades comunicativas mencionadas anteriormente, soma-se a capacidade de falar bem em público. Não só saber se expressar bem, mas também de forma convincente – com segurança e firmeza – é essencial para o sucesso profissional. Independente do cargo e das funções que serão desempenhadas, o bom profissional “vende” bens, idéias, serviços, etc. Uma “venda” não se concretiza sem o poder de convencimento do “vendedor”.
O marketing é hoje um dos tópicos mais abordados por consultores, empresários e acadêmicos, especialmente da área de administração. Temos que lembrar que não só o marketing dos produtos é importante, mas o marketing pessoal é também fator decisivo para o sucesso profissional. Segundo um conto popular entre profissionais de marketing, a galinha só “vende” os seus ovos melhor do que a pata por conta das suas habilidades de marketing. Ao por um ovo – maior e mais saboroso do que o da galinha – a pata fica quieta e silenciosa, enquanto a galinha “grita” para todos os seus potenciais clientes que o seu produto está pronto para ser comercializado.
Ter a capacidade de interpretar as informações que chegam aos ouvidos (capacidade analítica) é outra característica básica para o bom profissional. Nem tudo que é dito pelos jornais, livros ou pessoas importantes é a verdade. O bom profissional “digere” as informações e tira as suas próprias conclusões sobre o que foi exposto.
Outro ponto que vem sendo bastante trabalhado pelas instituições de ensino superior nos últimos anos é a questão do empreendedorismo. Barreto (1998) define empreendedorismo como a “habilidade de criar e constituir algo a partir de muito pouco ou do quase nada” (p. 75). Principalmente em momentos de crise, como hoje, é deste tipo de profissional que as empresas estão precisando.
3.1 Habilidades necessárias ao bom profissional de turismo
Em primeiro lugar é importante ressaltar que o profissional de turismo aqui está sendo encarado como alguém que decide ingressar em uma carreira nesta área, ou seja, de estudantes de turismo no primeiro ano de estudo a profissionais com anos de experiência. Todos devem se preocupar com estas habilidades.
Além de tudo que é necessário para o sucesso do indivíduo como ser humano e como profissional de qualquer área que seja, o turismo exige algumas outras habilidades, tais como o domínio de idiomas (especialmente o inglês e o espanhol), compreensão básica de números estatísticos, conhecimentos de geografia e história, entre outras.
Um dos pontos iniciais de discussão é a interdisciplinaridade do turismo, ou seja, é importante entender que o turismo é um campo de estudos que interage com diversas ciências. Panos Netto (2003) analisa as teorias de dois dos mais conceituados pesquisadores do turismo mundial, Jafar Jafari e John Tribe, e apresenta da seguinte forma o que na sua opinião é a teoria mais avançada, a de John Tribe:
“Através da soma do estudo dos negócios turísticos (TF1) com o estudo dos não-negócios turísticos (TF2) Tribe criou o campo do turismo (TF) que é representado pela seguinte expressão: (TF) = TF1 + TF2.
Por esta análise, Tribe propõe um novo modelo na compreensão do turismo demonstrado na figura 2. No círculo de fora estão as disciplinas e as subdivisões disciplinares que estudam o turismo com suas ferramentas particulares. No centro do círculo estão os dois campos do turismo. Entre o círculo de fora e o círculo do meio há uma área na qual a teoria e os conceitos do turismo são refinados e leva o nome de banda k. É nesta área que o conhecimento do turismo é criado.
Ela representa a interface das disciplinas com os campos do turismo. Segundo o autor, quando a economia entra em contato com o turismo nasce o estudo do efeito multiplicador do turismo, por exemplo. Portanto, a banda k representaria o local da atividade multidisciplinar e interdisciplinar (Tribe 1997: 650-651)” (PANOSSO NETTO, 2003: 66-67).
A compreensão das diversas disciplinas que interagem com o turismo é ponto primordial para o sucesso nesta área. Um planejador, por exemplo, não pode deixar de levar em consideração questões ambientais, sociais, culturais, legais, econômicas, etc. ao propor a criação de um pólo turístico em uma região. Tal discussão justifica a presença de disciplinas de direito, meio ambiente, antropologia, sociologia, etc. nas grades curriculares dos cursos de turismo no nível superior.
Somado a tudo isso está a questão da experiência, vivência da prática. É importante adquirir experiência ao longo da vida profissional. Sabe-se que hoje o profissional que tiver menos que um ano de experiência terá dificuldades de se inserir no mercado de trabalho. Os estágios, remunerados ou não, são uma ferramenta para minimizar este problema.
Por fim, segundo Pearce ECT al. (1998), para o sucesso na vida, especialmente a profissional e mais notadamente a do profissional em turismo, é fundamental ter sempre a mente aberta a novas situações e opiniões (quem acreditaria, séculos antes de Cristo, que a terra era redonda?), estar atento a diferenças culturais (homens italianos se cumprimentam com beijos no rosto, já os brasileiros em geral só aceitam esta situação entre pais e filhos) e abraçar a tecnologia (dominá-la para não ser dominado).
4. RECAPITULANDO…
O bom profissional de turismo precisa:
• Saber se comunicar bem;
• Manter-se atualizado;
• Ter domínio da informática básica;
• Ter domínio de idiomas estrangeiros (especialmente inglês e espanhol);
• Conhecer ferramentas de marketing (incluindo o pessoal);
• Ser crítico, ter capacidade analítica;
• Ser empreendedor;
• Compreender números estatísticos;
• Ter conhecimentos básicos de geografia e história;
• Compreender a relação do turismo com as diversas disciplinas;
• Possuir experiência profissional;
• Estar aberto a novas situações e opiniões;
• Perceber as diferenças culturais; e
• Abraçar a tecnologia.
PECUARIA NO BRASIL
Abril 30, 2008
Quanto à distribuição da produção agropastoril pelo território nacional, as regiões Sul e Sudeste concentram a maior parte dela, embora o Centro-Oeste esteja experimentando uma participação mais expressiva, no decorrer dos últimos anos. Também “o Nordeste necessita ser lembrado, pois a região conta com aquilo que se convencionou chamar de ‘ilhas de modernidade”.
A produção pecuária de bovinos é partilhada principalmente pelo Centro-Oeste, Sudeste e Sul, cabendo ao Nordeste o predomínio sobre as criações de caprinos e muares. Os ovinos se concentram no Sul, assim como os suínos e aves, no Sudeste e no Sul.
A presença do mercado consumidor do Centro-Sul é o mais importante fator que justifica a maior concentração da atividade criatória na região, onde um número significativo de laticínios e frigoríficos absorvem o principal da produção.
A produção agrícola de caráter capitalista, com emprego da mão-de-obra assalariada, expansão de pessoal na área administrativa e o uso dos avanços tecnológicos, como os da biotecnologia, distribui-se e expandem-se pelo território segundo diversos estímulos. De um lado, existe a influência do Estado, mediante a criação de políticas voltadas para a implantação de pólos de desenvolvimento agrícola em áreas específicas do território brasileiro. Para estas áreas, são criadas linhas de crédito especiais e oferecidas assistência técnica, infra-estrutura de transporte, energia, comunicação, entre outras. São produzidas, com isso, verdadeiras ilhas de modernidade em meio a regiões de relativo atraso econômico e de precariedade social.
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Abril 30, 2008
Você já parou para pensar no que significa a palavra “progresso”? Pois então pense: estradas, indústrias, usinas, cidades, máquinas e muitas outras coisas que ainda estão por vir e que não conseguimos nem ao menos imaginar. Algumas partes desse processo todo são muito boas, pois melhoram a qualidade de vida dos seres humanos de uma forma ou de outra, como no transporte, comunicação, saúde, etc. Mas agora pense só: será que tudo isso de bom não tem nenhum preço? Será que para ter toda essa facilidade de vida nós, humanos, não pagamos nada?
Você já ouviu alguém dizer que para tudo na vida existe um preço? Pois é, nesse caso não é diferente. O progresso, da forma como vem sendo feito, têm acabado com o ambiente ou, em outras palavras, destruído o planeta Terra e a Natureza. Um estudioso do assunto disse uma vez que é mais difícil o mundo acabar devido a uma guerra nuclear ou a uma invasão extraterrestre (ou outra catástrofe qualquer) do que acabar pela destruição que nós, humanos, estamos provocando em nosso planeta. Você acha que isso tudo é um exagero? Então vamos trocar algumas idéias.
E o Desenvolvimento Sustentável?
O atual modelo de crescimento econômico gerou enormes desequilíbrios; se, por um lado, nunca houve tanta riqueza e fartura no mundo, por outro lado, a miséria, a degradação ambiental e a poluição aumentam dia-a-dia. Diante desta constatação, surge a idéia do Desenvolvimento Sustentável (DS), buscando conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental e, ainda, ao fim da pobreza no mundo.
As pessoas que trabalharam na Agenda 21 escreveram a seguinte frase: “A humanidade de hoje tem a habilidade de desenvolver-se de uma forma sustentável, entretanto é preciso garantir as necessidades do presente sem comprometer as habilidades das futuras gerações em encontrar suas próprias necessidades”. Ficou confuso com tudo isso? Então calma, vamos por partes. Essa frase toda pode ser resumida em poucas e simples palavras: desenvolver em harmonia com as limitações ecológicas do planeta, ou seja, sem destruir o ambiente, para que as gerações futuras tenham a chance de existir e viver bem, de acordo com as suas necessidades (melhoria da qualidade de vida e das condições de sobrevivência). Será que dá para fazer isso? Será que é possível conciliar tanto progresso e tecnologia com um ambiente saudável?
Acredita-se que isso tudo seja possível, e é exatamente o que propõem os estudiosos em Desenvolvimento Sustentável (DS), que pode ser definido como: “equilíbrio entre tecnologia e ambiente, relevando-se os diversos grupos sociais de uma nação e também dos diferentes países na busca da equidade e justiça social”.
Para alcançarmos o DS, a proteção do ambiente tem que ser entendida como parte integrante do processo de desenvolvimento e não pode ser considerada isoladamente; é aqui que entra uma questão sobre a qual talvez você nunca tenha pensado: qual a diferença entre crescimento e desenvolvimento? A diferença é que o crescimento não conduz automaticamente à igualdade nem à justiça sociais, pois não leva em consideração nenhum outro aspecto da qualidade de vida a não ser o acúmulo de riquezas, que se faz nas mãos apenas de alguns indivíduos da população. O desenvolvimento, por sua vez, preocupa-se com a geração de riquezas sim, mas tem o objetivo de distribuí-las, de melhorar a qualidade de vida de toda a população, levando em consideração, portanto, a qualidade ambiental do planeta.
O DS tem seis aspectos prioritários que devem ser entendidos como metas:
A satisfação das necessidades básicas da população (educação, alimentação, saúde, lazer, etc.);
A solidariedade para com as gerações futuras (preservar o ambiente de modo que elas tenham chance de viver);
A participação da população envolvida (todos devem se conscientizar da necessidade de conservar o ambiente e fizer cada um à parte que lhe cabe para tal);
A preservação dos recursos naturais (água, oxigênio, etc.);
A elaboração de um sistema social garantindo emprego, segurança social e respeito a outras culturas (erradicação da miséria, do preconceito e do massacre de populações oprimidas, como por exemplo, os índios);
Brasil Rural – na cidade
Abril 29, 2008
Este trabalho descreve a experiência da Faculdade de Odontologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro com o internato rural, no período de 1988 a 1993, como parte do processo de sensibilização social do aluno de graduação. As atividades extra murais foram realizadas por meio de estágios supervisionados de 3 meses consecutivos nos serviços odontológicos de unidades de saúde da rede pública, em municípios do interior do estado do Rio de Janeiro. Além de executarem atendimento clínico, os estudantes participaram de atividades cujos temas se relacionavam a: situação de saúde bucal da comunidade; estrutura organizacional e programática das secretarias de saúde; e prioridades, tecnologia apropriada, educação e prevenção em saúde bucal. A modalidade de educação apresentada resultou integradora da reflexão crítica de docentes, alunos, associações de classe e entidades prestadoras de serviços acerca da adequação do profissional formado.
Características de um bom profissional
Abril 29, 2008
1. Afinidade com empresa:
Partilhar os objetivos da empresa, e por isso sente que os sucessos da empresa são os seus próprios.
2. Ambição:
Um bom profissional ambiciona ir mais além da sua atividade.
3. Auto motivação:
Nunca deixar a oportunidade pagar.
4. Autonomia:
Correr atrás dos seus objetivos; Não espere que as coisas caíssem do céu.
5. Comunicação:
Ele sabe entender tudo que é dito.
6. Cumprimento de objetivo:
O bom profissional faz tudo o que é mandado.
7. Flexibilidade:
Procura adaptar-se a novas idéias.
8. Inovação:
Procura apresentar novas idéias; ser criativo.
9. Trabalho em equipe:
Um ajudar o outro; Não se em porta de ajudar o outro.
10. Sabe gerenciar o tempo:
Sabe trabalhar e aproveitar a vida; O bom profissional faz o mais importante e não perde tempo.
Reaproveitando os alimentos
Abril 29, 2008
Introdução
Em primeiro lugar deve-se acabar com esse preconceito sobre o aproveitamento dos alimentos. Os alimentos que não servem mais para a venda em supermercados, são na maioria das vezes,são jogados fora por terem um machucado ou estarem amassados.Essas frutas e verduras servem para a alimentação de muitas famílias e instituições carentes, que reaproveitam esses alimentos, pois não estão estragados e podem ser consumidos.
Cerca de 39 milhões de quilos de alimentos, que daria para alimentar 19 milhões de pessoas por dia e muitas Ongs distribuem alimentos fornecidos pelas empresas doadoras entre instituições beneficentes cadastradas, possibilitando a complementação alimentar de todas as pessoas assistidas pelas instituições.
Se observar a rotina da dona de casa, ver-se-á que geralmente ela descasca, por exemplo, a abóbora antes de cozinhá-la. No entanto o seu cozimento com a casca impede que nutrientes importantes se percam. Por outro lado, a água do cozimento, que geralmente é desprezada, pode ser aproveitada para a confecção de sopas e sucos. Outro procedimento seu é retirar e jogar no lixo as folhas da beterraba, da cenoura e de outros vegetais. Acontecem que essas mesmas folhas ou cascas que são jogadas no lixo podem ser aproveitadas para se fazer bolinhos, tortas salgadas ou doces, sopas e caldos. Mesmo os brócolis, totalmente aproveitável em outras sociedades, no Brasil dele só são usados a inflorescência. O mesmo acontece com a couve-flor e o espinafre, cujo talo é normalmente desprezado.
Abaixo, algumas receitas com reaproveitamento dos alimentos:
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DOCES
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PAVÊ DE SUCO DE BETERRABA |
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TORTA DE FOLHAS E TALOS |
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SUFLÊ DE CASCA DE MELÃO |
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Brasil Rural: riqueza e contradição
Abril 29, 2008
Para o Brasil, o tema agrícola tem delicadezas sociais que acompanham a história do país desde a sua independência e que nos dias atuais se manifestam pela sensibilidade maior dos movimentos nacionais pela reforma agrária. Tem também, e cada vez mais, um papel estratégico para a economia e, mesmo que paradoxalmente, para o seu desenvolvimento social e para o equilíbrio ambiental das diferentes regiões por onde se distribui a sua produção agropecuária.
Na semana de 07 a 14 de setembro deste ano, deu-se no balneário de Cancún, no México, a 5ª Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), com a participação dos 146 países que a integram e que terminou, como era mais ou menos previsível, num impasse, dessa vez entre a União Européia (UE) e países africanos em torno das questões de investimentos, de regras de concorrências, de transparência em compras governamentais e de facilitação de comércio.
Agricultura Sustentável
Abril 29, 2008
A Agricultura sustentável deve envolver o manejo eficiente dos recursos disponíveis para satisfazer às crescentes aspirações de uma também crescente população, mantendo ou melhorando a qualidade do ambiente e conservando os recursos naturais a agricultura tropical enfrenta mais problemas, que são também mais complexos do que aqueles que ocorrem nos climas temperados. Apesar das limitações, o Brasil tem a agricultura tropical mais desenvolvida. Progressos subseqüentes são esperados com o emprego de técnicas inovadoras, como a Biotecnologia.
A Agricultura sustentável é a atividade agrícola ou pecuária, que apresenta uma situação de continuidade, sem que fatores negativos comprometam sua perpetuidade.
Algumas condições para que uma atividade rural seja permanentemente:
Lucratividade: É uma condição básica óbtivia, pois, sem equilíbrio econômico, sem um fluxo de caixa com saldo positivo, torna-se impossível a estabilidade do produto;
Mercado consumidor: Nada adianta produzir se não existirem compradores para a produção. É condição básica da viabilidade da atividade agrícola.
Agricultura sustentável
Abril 29, 2008
A “revolução verde” implantada na América latina nos anos 60 estabeleceu a necessidade de produção em massa de alimentos, introduzindo plantas originárias de climas temperados em regiões de clima tropical e subtropical, adaptando-as por meio de modificação biológica.
A desconsideração da biodiversidade e sociodiversidade latino-americanas trouxeram conseqüências danosas importantes ás pessoas e ao meio-ambiente.
A implementação da agricultura sustentável vai fazer que o solo não sofra os danos, que outras agriculturas faziam.