Países e Capitais

Maio 28, 2008

1

Argentina

Buenos Aires

2

Chile

Santiago

3

Bolívia

La paz

4

Paraguai

Asución

5

Equador

Quito

6

Peru

Lima

7

Colômbia

Bogotá

8

Venezuela

Caracas

9

Uruguai

Monteviedeo

10

Guiana

Georgetown

11

Suriname

Paramaribo

12

Guiana Francesa

Cayenne

13

México

México

14

EUA

Washington

15

Canadá

Otawwa

16

Groenlandia

Nuuk

17

Republica sul da Africana

Pretoria

18

Angola

Luanda

19

Madagascar

Antananarivo

20

Moçambique

Mabuto

21

Republica democrática do Congo

Kinshasa

22

Zâmbia

Lusaka

23

Congo

Brazzaville

24

Tanzânia

Dar es salaam

25

Kenia

Nairobi

26

Republica Centro Africana

Bangui

27

Somália

Mogadishu

28

Etiópia

Addis ababa

29

Sudão

Kartoum

30

Nigéria

Abuja

31

Niger

Niamey

32

Mali

Bamako

33

Mauritania

Nouakchott

34

Argélia

Algiers

35

Líbia

Trípoli

36

Egito

Cairo

37

Arábia Saudita

Riyadh

38

Iraque

Tehran

39

Iran

Baghdad

40

Turquia

Ashgabat

41

Uzbekistan

Tashkent

42

Índia

Now Delhi

43

Paquistão

Islamabad

44

China

Beijing

45

Mongólia

Ulaanbaatar

46

Rússia

Moscow

47

Portugal

Lisbon

48

Marrocos

Rabat

49

França

Paris

50

Itália

Roma

51

Turquia

Ankara

52

Síria

Damascus

53

Turkmenistan

Ashgabat

54

Nepal

Katmandu

55

Omã

Muscat

56

Yemen

Sanaa

57

Jordania

Amman

58

Eritrea

Asmara

59

Botswana

Gaborone

60

Namíbia

Wildhoek

61

Uganda

Kanpala

62

Gabón

Librevile

63

Camerún

Yaoundé

64

Benin

Porto Novo

65

Togo

Lomé

66

ghana

Accra

67

Costa de Marfim

Yamoussoukro

68

Libéria

Monrovia

69

Guinea

Conakry

70

Senegal

Dakar

71

Guinea Bissau

Bissau

72

Túnez

Tunis

73

Espanha

Madrid

74

Ukraine

Kiev

75

Romania

Bucharest

76

Belarus

Minsk

77

Poland

Warsaw

78

Prague

Czech rep.

79

Vienna

Áustria

80

Budapest

Hungary

81

Sofia

Bulgária

82

yugo

Belgrade

83

Sarajevo

Bos e Herz

84

Geece

Athens

85

Lislovenia

Ljubljana

86

Slovakia

Bratislava

87

Moldova

Chisinau

88

Camboya

Phnom Penh

89

United

Kingdom

90

Irelandi

Dublin

91

Finlandi

Helsinki

92

Norway

Oslo

93

Sweden

Stockholm

94

Armenia

Yerevan

95

Kyrgyzstan

Bishkek

96

Tajikistan

Dushanbe

97

Butan

Thimphu

98

Bangladesh

Dhaka

99

Birmânia

Rangoon

100

Thailandia

Bangkok

Ecologia

Maio 21, 2008

 Ecologia

Resumo:

Observação: Ecologia se trata do solo, ar, água e dos animais.

 

A ecologia também tem a ver com a (temperatura umidade e pressão), a  ecologia se trata do estudo e da preservação do meio ambiente. Tudo que tem haver com o meio ambiente têm haver com a natureza e seus habitantes.

Biologia, em sua origem, a Ecologia é uma disciplina científica. É a ciência que estuda a relação triangular entre indivíduos de uma espécie, a atividade organizada desta espécie e o meio ambiente, que é, ao mesmo tempo, condição e produto da atividade, portanto condição de vida daquela espécie.

A ecologia humana é, portanto, a interação complexa entre meio ambiente (o meio em que vive a humanidade) e funcionamento econômico, social e, acrescentemos político das comunidades humanas. Essa é uma diferença significativa entre a ecologia da espécie humana e a ecologia das outras espécies animais.

  

 

Nomes: Rafael perciliano Marins; Wellington Camilo Francisco

ECOLOGIA

Maio 21, 2008

Nome:Bianca Cabral

Nome:Dyego

ECOLOGIA

 

A ecologia é uma atividade que ajuda a melhorar a vida no campo.

Ecologia:ecossistema

Ecologia, uma rápida definição:

Ecologia é um conceito que a maioria das pessoas já possui intuitivamente, ou seja, sabemos que nenhum organismo, sendo ele uma bactéria, um fungo, uma alga, uma árvore, um verme, um inseto, uma ave ou o próprio homem, pode existir autonomamente sem interagir com outros ou mesmo com ambiente físico no qual ele se encontra. Ao estudo dessas inter-relações entre organismos e o seu meio físico chama-se Ecologia.

Mas, para termos uma definição histórica: “Pela palavra ecologia, queremos designar o conjunto de conhecimentos relacionados com a economia da natureza – a investigação de todas as relações entre o animal e seu ambiente orgânico e inorgânico, incluindo suas relações, amistosas ou não, com as plantas e animais que tenham com ele contato direto ou indireto, – numa palavra, ecologia é o estudo das complexas inter-relações, chamadas por Darwin de condições da luta pela vida”. Foi assim que Ernest Haeckel, em 1870, definiu ecologia.

Assim, como em qualquer outra área, em Ecologia são definidas unidades de estudo, as quais são fundamentais para melhor compreensão desta Ciência. Utilizando-se um modelo de níveis de organização, fica mais fácil de compreendermos as unidades de estudo da Ecologia. Vejamos o modelo abaixo dos níveis de organização:

O que é um ecossistema?

Antes de definirmos, exatamente o conceito de ecossistema, o qual é fundamental para a compreensão desta ciência, podemos encontrar na figura 1, um outro conceito importante que é o de níveis de organização, o qual pode ser entendido como um conjunto de entidades sejam elas genes, células, ou mesmo espécies, agrupadas em uma ordem crescente de complexidade.

Biosfera – A terra é composta por vários ecossistemas sejam eles aquáticos terrestres ou até mesmo aéreos. A soma de todos estes ecossistemas chamamos de biosfera. Portanto, a biosfera seria a parte na qual ocorre vida no planeta e na qual a vida tem o poder de ação sobre o mesmo.

O que é Biodiversidade?

È varias diversidades que reúnem varias vidas num só ambiente.

NÃO CONFUNDA: Muitas vezes, o termo bioma é utilizado como sinônimo de ecossistema, no entanto ao contrário do segundo que implica nas inter-relações entre fatores bióticos e abióticos, o primeiro significa uma grande área de vida formada por um complexo de abetas e.

Onde começa e termina um ecossistema? Qual o real tamanho de um?

É difícil dizer onde começa ou termina um ecossistema, ou seja, qual ou quais os seus limites; entretanto para uma melhor compreensão e mesmo a possibilidade para investigações científicas existe algumas convenções adotadas. Assim, por exemplo, pode-se adotar inicialmente uma separação entre os meios aquáticos e terrestres. Desta forma, teríamos uma primeira distinção entre ecossistemas aquáticos e terrestres. Por ecossistema aquático, entenderíamos todos os lagos naturais, ou artificiais (represas), rios, mares e oceanos. Já em relação aos ecossistemas terrestres, florestas, desertos, tundras, pradarias, pastagens, etc. seriam exemplos.

Mas, e com relação às dimensões de um ecossistema? Para efeito de estudo, geralmente são determinadas o dimensões que não existem naturalmente, desta forma, um vaso, um aquário, ou mesmo uma cidade inteira são exemplos de ecossistemas criados pela ação humana, pois é interessante notar que nem sempre são. Assim fica claro, que um ecossistema pode ter desde alguns cm2 até milhares de km2!

Ecologia

Maio 21, 2008

Conceitos ecológicos importantes

Resumo

 

  • Relações Ecológicas: Nas comunidades bióticas dentro de um ecossistema encontram-se várias formas de interações entre os seres vivos que as formam, denominadas relações ecológicas ou intera(c)ções biológicas. Essas relações se diferenciam pelos tipos de dependência que os organismos vivos mantêm entre si. Algumas dessas interações se caracterizam pelo benefício mútuo de ambos os seres vivos, ou de apenas um deles, sem o prejuízo do outro. Essas relações são denominadas harmônicas ou positivas.

 

  • População: grupo de indivíduos de mesma espécieGenericamente, uma população é o conjunto de pessoas ou organismos de uma mesma espécie que habitam uma determinada área, num espaço de tempo definido
  • Comunidade ou biocenose: conjunto de espécies diferentes que sofrem interferência umas nas outrasComunidade pode ser entendida como um conjunto de seres vivos inter-relacionados que habita um mesmo lugar.

 

  • Ecossistema é o conjunto formado por todos os fatores bióticos e abióticos que atuam simultaneamente sobre determinada região. Considerados como fatores bióticos as diversas populações de animai,plantas e bactérias e os abióticos os fatores externos como a água, o sol, o solo, o gelo, o vento.

 

  • Nome: Francis Vicente da Silva Gabriel

 

  • Nome:Gustavo Souza

 

Meio Ambiente

Maio 1, 2008

Ecologia profunda

Adaptado de Fritjof Capra

Os anos 90 representam a década do meio ambiente, não por decisão nossa, mas porque os acontecimentos quase fogem ao nosso controle. A ecologia profunda vê os seres humanos como apenas um fio na teia da vida. Reconhece que estamos todos ligados à natureza e somos dependentes dela. Cada organismo — da diminuta bactéria, passando pela vasta gama de plantas e animais, até chegar aos seres humanos — é um todo integrado e, portanto, um sistema vivo.

Uma ética ecológica profunda faz-se urgente hoje, especialmente na ciência, já que a.

Maior parte daquilo que os cientistas estão fazendo não preserva a natureza, mas a destrói:

Físicos criam armas que ameaçam varrer a vida do planeta; químicos contaminam o meio ambiente;
biólogos criam novos e desconhecidos microrganismos
sem medir as conseqüências;
cientistas torturam animais em nome do progresso científico.

Com todas essas atividades em marcha, é claro como a luz do dia que introduzir padrões éticos na ciência moderna é mais do que urgente. Precisamos estar dispostos a questionar tudo e abandonar a busca cega de crescimento irrestrito. Uma sociedade sustentável é aquela que não reduz as oportunidades das futuras gerações.

A terra é nosso lar comum e criar um mundo sustentável
para nossos filhos e para as futuras gerações
é tarefa de todos nós

Um bom profissional

Abril 30, 2008

Um bom profissional

O que você pode fazer para ser um bom profissional?

senar faz de você um bom profissional

Não perca. Saiba como ser um bom profissional.

Leia que você aprenderá a ser um bom profissional.


1. INTRODUÇÃO


O mercado de trabalho é uma atividade extremamente complexa que demanda uma forte dedicação por parte dos novos profissionais que pretendem ingressar as de trabalho. Tanto alunos de graduação como profissionais de outras áreas que estão buscando se inserir no mercado de trabalho deverão traçar metas para atingir a excelência profissional.

Aqui serão apresentadas algumas das habilidades básicas que o bom profissional, deverá ter para alcançar o sucesso. A cada leitor fica a tarefa de estipular as suas metas e começar a trabalhar no intuito de chegar ao sucesso.

2. HABILIDADES BÁSICAS PARA O SUCESSO PESSOAL

Via de regra, para obter sucesso na vida, as pessoas precisam ter bons relacionamentos. Para tal, é imprescindível uma boa comunicação. Da mesma forma que um pai e um filho não se entenderão de outro modo que não seja a conversa, em qualquer outro tipo de relacionamento (professor X aluno, patrão X empregado, vendedor X cliente, etc.) a comunicação é fator determinante de sucesso.

Primeiramente, tente se colocar no lugar do seu interlocutor, pois a empatia é peça fundamental do quebra-cabeça chamado comunicação. Entenda as suas necessidades, e os seus desejos, para que a sua fala as preencha.

Procure estar informado sobre os principais assuntos da atualidade. Ninguém precisa ser especialista em todas as áreas (até porque seria impossível), mas todos devem saber conversar sobre tópicos importantes e atuais de interesse geral.

Mantenha uma postura corporal e tom de voz adequados à situação. Lembre-se que o corpo pode falar mais do que mil palavras – até mesmo as roupas utilizadas podem causar interferências no processo comunicativo. Procure falar de forma clara e objetiva mantendo um tom de voz constante, podendo alterar o mesmo em momentos no qual a atenção esteja dispersa.

Evite generalizações, lembre-se que mesmo quando dados estatísticos comprovam a veracidade de uma hipótese a sua representatividade da realidade não chega a 100%. Frases com palavras taxativas como “nunca”, “sempre”, “é a verdade”, etc. devem ser amenizadas, como “nem sempre”, “geralmente”, “na maioria das vezes é/não é verdade”, etc.

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3. HABILIDADES BÁSICAS PARA O SUCESSO PROFISSIONAL

No âmbito profissional, algumas habilidades tornam-se exigências do mercado de trabalho. Por exemplo, no período em que vivemos a informática é ferramenta básica à execução de tarefas em diversos setores. Quem não tiver conhecimentos mínimos de informática hoje estará em grande desvantagem no mercado de trabalho, mercado este que está cada vez mais competitivo. Uma vantagem competitiva seria o amor pela área escolhida. Fazer algo pelo qual se tem um sentimento negativo é extremamente difícil.
Às habilidades comunicativas mencionadas anteriormente, soma-se a capacidade de falar bem em público. Não só saber se expressar bem, mas também de forma convincente – com segurança e firmeza – é essencial para o sucesso profissional. Independente do cargo e das funções que serão desempenhadas, o bom profissional “vende” bens, idéias, serviços, etc. Uma “venda” não se concretiza sem o poder de convencimento do “vendedor”.

O marketing é hoje um dos tópicos mais abordados por consultores, empresários e acadêmicos, especialmente da área de administração. Temos que lembrar que não só o marketing dos produtos é importante, mas o marketing pessoal é também fator decisivo para o sucesso profissional. Segundo um conto popular entre profissionais de marketing, a galinha só “vende” os seus ovos melhor do que a pata por conta das suas habilidades de marketing. Ao por um ovo – maior e mais saboroso do que o da galinha – a pata fica quieta e silenciosa, enquanto a galinha “grita” para todos os seus potenciais clientes que o seu produto está pronto para ser comercializado.

Ter a capacidade de interpretar as informações que chegam aos ouvidos (capacidade analítica) é outra característica básica para o bom profissional. Nem tudo que é dito pelos jornais, livros ou pessoas importantes é a verdade. O bom profissional “digere” as informações e tira as suas próprias conclusões sobre o que foi exposto.

Outro ponto que vem sendo bastante trabalhado pelas instituições de ensino superior nos últimos anos é a questão do empreendedorismo. Barreto (1998) define empreendedorismo como a “habilidade de criar e constituir algo a partir de muito pouco ou do quase nada” (p. 75). Principalmente em momentos de crise, como hoje, é deste tipo de profissional que as empresas estão precisando.

3.1 Habilidades necessárias ao bom profissional de turismo

Em primeiro lugar é importante ressaltar que o profissional de turismo aqui está sendo encarado como alguém que decide ingressar em uma carreira nesta área, ou seja, de estudantes de turismo no primeiro ano de estudo a profissionais com anos de experiência. Todos devem se preocupar com estas habilidades.

Além de tudo que é necessário para o sucesso do indivíduo como ser humano e como profissional de qualquer área que seja, o turismo exige algumas outras habilidades, tais como o domínio de idiomas (especialmente o inglês e o espanhol), compreensão básica de números estatísticos, conhecimentos de geografia e história, entre outras.

Um dos pontos iniciais de discussão é a interdisciplinaridade do turismo, ou seja, é importante entender que o turismo é um campo de estudos que interage com diversas ciências. Panos Netto (2003) analisa as teorias de dois dos mais conceituados pesquisadores do turismo mundial, Jafar Jafari e John Tribe, e apresenta da seguinte forma o que na sua opinião é a teoria mais avançada, a de John Tribe:

“Através da soma do estudo dos negócios turísticos (TF1) com o estudo dos não-negócios turísticos (TF2) Tribe criou o campo do turismo (TF) que é representado pela seguinte expressão: (TF) = TF1 + TF2.
Por esta análise, Tribe propõe um novo modelo na compreensão do turismo demonstrado na figura 2. No círculo de fora estão as disciplinas e as subdivisões disciplinares que estudam o turismo com suas ferramentas particulares. No centro do círculo estão os dois campos do turismo. Entre o círculo de fora e o círculo do meio há uma área na qual a teoria e os conceitos do turismo são refinados e leva o nome de banda k. É nesta área que o conhecimento do turismo é criado.
Ela representa a interface das disciplinas com os campos do turismo. Segundo o autor, quando a economia entra em contato com o turismo nasce o estudo do efeito multiplicador do turismo, por exemplo. Portanto, a banda k representaria o local da atividade multidisciplinar e interdisciplinar (Tribe 1997: 650-651)” (PANOSSO NETTO, 2003: 66-67).

A compreensão das diversas disciplinas que interagem com o turismo é ponto primordial para o sucesso nesta área. Um planejador, por exemplo, não pode deixar de levar em consideração questões ambientais, sociais, culturais, legais, econômicas, etc. ao propor a criação de um pólo turístico em uma região. Tal discussão justifica a presença de disciplinas de direito, meio ambiente, antropologia, sociologia, etc. nas grades curriculares dos cursos de turismo no nível superior.
Somado a tudo isso está a questão da experiência, vivência da prática. É importante adquirir experiência ao longo da vida profissional. Sabe-se que hoje o profissional que tiver menos que um ano de experiência terá dificuldades de se inserir no mercado de trabalho. Os estágios, remunerados ou não, são uma ferramenta para minimizar este problema.

Por fim, segundo Pearce ECT al. (1998), para o sucesso na vida, especialmente a profissional e mais notadamente a do profissional em turismo, é fundamental ter sempre a mente aberta a novas situações e opiniões (quem acreditaria, séculos antes de Cristo, que a terra era redonda?), estar atento a diferenças culturais (homens italianos se cumprimentam com beijos no rosto, já os brasileiros em geral só aceitam esta situação entre pais e filhos) e abraçar a tecnologia (dominá-la para não ser dominado).


4. RECAPITULANDO…

O bom profissional de turismo precisa:

• Saber se comunicar bem;
• Manter-se atualizado;
• Ter domínio da informática básica;
• Ter domínio de idiomas estrangeiros (especialmente inglês e espanhol);
• Conhecer ferramentas de marketing (incluindo o pessoal);
• Ser crítico, ter capacidade analítica;
• Ser empreendedor;
• Compreender números estatísticos;
• Ter conhecimentos básicos de geografia e história;
• Compreender a relação do turismo com as diversas disciplinas;
• Possuir experiência profissional;
• Estar aberto a novas situações e opiniões;
• Perceber as diferenças culturais; e
• Abraçar a tecnologia.

PECUARIA NO BRASIL

Abril 30, 2008

Quanto à distribuição da produção agropastoril pelo território nacional, as regiões Sul e Sudeste concentram a maior parte dela, embora o Centro-Oeste esteja experimentando uma participação mais expressiva, no decorrer dos últimos anos. Também “o Nordeste necessita ser lembrado, pois a região conta com aquilo que se convencionou chamar de ‘ilhas de modernidade”.

A produção pecuária de bovinos é partilhada principalmente pelo Centro-Oeste, Sudeste e Sul, cabendo ao Nordeste o predomínio sobre as criações de caprinos e muares. Os ovinos se concentram no Sul, assim como os suínos e aves, no Sudeste e no Sul.

A presença do mercado consumidor do Centro-Sul é o mais importante fator que justifica a maior concentração da atividade criatória na região, onde um número significativo de laticínios e frigoríficos absorvem o principal da produção.

 

A produção agrícola de caráter capitalista, com emprego da mão-de-obra assalariada, expansão de pessoal na área administrativa e o uso dos avanços tecnológicos, como os da biotecnologia, distribui-se e expandem-se pelo território segundo diversos estímulos. De um lado, existe a influência do Estado, mediante a criação de políticas voltadas para a implantação de pólos de desenvolvimento agrícola em áreas específicas do território brasileiro. Para estas áreas, são criadas linhas de crédito especiais e oferecidas assistência técnica, infra-estrutura de transporte, energia, comunicação, entre outras. São produzidas, com isso, verdadeiras ilhas de modernidade em meio a regiões de relativo atraso econômico e de precariedade social.

Geografia Humana do BrasilGeografia do Brasil 

Você já parou para pensar no que significa a palavra “progresso”? Pois então pense: estradas, indústrias, usinas, cidades, máquinas e muitas outras coisas que ainda estão por vir e que não conseguimos nem ao menos imaginar. Algumas partes desse processo todo são muito boas, pois melhoram a qualidade de vida dos seres humanos de uma forma ou de outra, como no transporte, comunicação, saúde, etc. Mas agora pense só: será que tudo isso de bom não tem nenhum preço? Será que para ter toda essa facilidade de vida nós, humanos, não pagamos nada?

Você já ouviu alguém dizer que para tudo na vida existe um preço? Pois é, nesse caso não é diferente. O progresso, da forma como vem sendo feito, têm acabado com o ambiente ou, em outras palavras, destruído o planeta Terra e a Natureza. Um estudioso do assunto disse uma vez que é mais difícil o mundo acabar devido a uma guerra nuclear ou a uma invasão extraterrestre (ou outra catástrofe qualquer) do que acabar pela destruição que nós, humanos, estamos provocando em nosso planeta. Você acha que isso tudo é um exagero? Então vamos trocar algumas idéias.

E o Desenvolvimento Sustentável?

O atual modelo de crescimento econômico gerou enormes desequilíbrios; se, por um lado, nunca houve tanta riqueza e fartura no mundo, por outro lado, a miséria, a degradação ambiental e a poluição aumentam dia-a-dia. Diante desta constatação, surge a idéia do Desenvolvimento Sustentável (DS), buscando conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental e, ainda, ao fim da pobreza no mundo.

As pessoas que trabalharam na Agenda 21 escreveram a seguinte frase: “A humanidade de hoje tem a habilidade de desenvolver-se de uma forma sustentável, entretanto é preciso garantir as necessidades do presente sem comprometer as habilidades das futuras gerações em encontrar suas próprias necessidades”. Ficou confuso com tudo isso? Então calma, vamos por partes. Essa frase toda pode ser resumida em poucas e simples palavras: desenvolver em harmonia com as limitações ecológicas do planeta, ou seja, sem destruir o ambiente, para que as gerações futuras tenham a chance de existir e viver bem, de acordo com as suas necessidades (melhoria da qualidade de vida e das condições de sobrevivência). Será que dá para fazer isso? Será que é possível conciliar tanto progresso e tecnologia com um ambiente saudável?

Acredita-se que isso tudo seja possível, e é exatamente o que propõem os estudiosos em Desenvolvimento Sustentável (DS), que pode ser definido como: “equilíbrio entre tecnologia e ambiente, relevando-se os diversos grupos sociais de uma nação e também dos diferentes países na busca da equidade e justiça social”.

Para alcançarmos o DS, a proteção do ambiente tem que ser entendida como parte integrante do processo de desenvolvimento e não pode ser considerada isoladamente; é aqui que entra uma questão sobre a qual talvez você nunca tenha pensado: qual a diferença entre crescimento e desenvolvimento? A diferença é que o crescimento não conduz automaticamente à igualdade nem à justiça sociais, pois não leva em consideração nenhum outro aspecto da qualidade de vida a não ser o acúmulo de riquezas, que se faz nas mãos apenas de alguns indivíduos da população. O desenvolvimento, por sua vez, preocupa-se com a geração de riquezas sim, mas tem o objetivo de distribuí-las, de melhorar a qualidade de vida de toda a população, levando em consideração, portanto, a qualidade ambiental do planeta.

O DS tem seis aspectos prioritários que devem ser entendidos como metas:

 A satisfação das necessidades básicas da população (educação, alimentação, saúde, lazer, etc.);

‚ A solidariedade para com as gerações futuras (preservar o ambiente de modo que elas tenham chance de viver);

ƒ A participação da população envolvida (todos devem se conscientizar da necessidade de conservar o ambiente e fizer cada um à parte que lhe cabe para tal);

„ A preservação dos recursos naturais (água, oxigênio, etc.);

… A elaboração de um sistema social garantindo emprego, segurança social e respeito a outras culturas (erradicação da miséria, do preconceito e do massacre de populações oprimidas, como por exemplo, os índios);

 

 

Este trabalho descreve a experiência da Faculdade de Odontologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro com o internato rural, no período de 1988 a 1993, como parte do processo de sensibilização social do aluno de graduação. As atividades extra murais foram realizadas por meio de estágios supervisionados de 3 meses consecutivos nos serviços odontológicos de unidades de saúde da rede pública, em municípios do interior do estado do Rio de Janeiro. Além de executarem atendimento clínico, os estudantes participaram de atividades cujos temas se relacionavam a: situação de saúde bucal da comunidade; estrutura organizacional e programática das secretarias de saúde; e prioridades, tecnologia apropriada, educação e prevenção em saúde bucal. A modalidade de educação apresentada resultou integradora da reflexão crítica de docentes, alunos, associações de classe e entidades prestadoras de serviços acerca da adequação do profissional formado.

1. Afinidade com empresa:

Partilhar os objetivos da empresa, e por isso sente que os sucessos da empresa são os seus próprios.

2. Ambição:

Um bom profissional ambiciona ir mais além da sua atividade.

3. Auto motivação:

Nunca deixar a oportunidade pagar.

4. Autonomia:

Correr atrás dos seus objetivos; Não espere que as coisas caíssem do céu.

5. Comunicação:

Ele sabe entender tudo que é dito.

6. Cumprimento de objetivo:

O bom profissional faz tudo o que é mandado.

7. Flexibilidade:

Procura adaptar-se a novas idéias.

8. Inovação:

Procura apresentar novas idéias; ser criativo.

9. Trabalho em equipe:

Um ajudar o outro; Não se em porta de ajudar o outro.

10. Sabe gerenciar o tempo:

Sabe trabalhar e aproveitar a vida; O bom profissional faz o mais importante e não perde tempo.